Home Data de criação : 07/10/06 Última atualização : 08/05/12 21:14 / 46 Artigos publicados
 

Entrevista com Saori  escrito em sábado 12 abril 2008 00:57

Eles ainda não fizeram nenhum show, pois possuem uma preocupação pouco típica nas bandas undergrounds atuais: primeiro querem deixar as músicas bem feitas e ‘redondinhas’ para depois serem apresentadas ao público. Falo do mais novo sexteto paulista, a banda Saori, que apesar do pouco tempo de existência já carrega consigo um belo arsenal de fãs tanto no estado de São Paulo, como fora dele. A banda conta inicialmente com Alexandre no vocal, Gabriel e Rodrigo nas guitarras, Tiago na bateria, Felipe no baixo e Marcelo Pery nas programações, e quem conversou com News Rock foi o também guitarrista da banda Fake Number, Gabriel Wollermann. Confira!

 

_Como se conheceram e como formaram a Saori?
Eu já conhecia o Rodrigo, pois ele havia ido a alguns shows da minha antiga banda (Última Sinfonia), então, um dia desses, eu estava bêbado (que feio haha) em uma balada e vi o Tiago que é irmão do Rodrigo, e confundi os dois, então acabamos virando amigos, pensamos no projeto, aí colocamos em prática e resultou no Saori.

 
_Vocês têm uma página no MySpace, comunidade no Orkut e um fotolog. Qual a relação da banda com a internet?
Acho que TODA banda nova, ou independente é completamente dependente de internet, é o meio de comunicação mais fácil pra divulgar, para as pessoas ouvirem, porque CD hoje em dia não vira mais, e mesmo se virasse, um CD na loja de uma banda que ninguém conhece mal ia ser vendido, por isso nenhuma banda vive sem internet.

 
_Quais as influências da banda?
Forever The Sickest Kids, Mae, A Day To Remember, Anberlin, The Higher, Fall Out Boy, Farewell, New Found Glory, Chiodos. Essas são unanimidade pra banda, mas se pegar cada integrante separado cada um ouve um tipo de som, de deathmetal/mathcore a emo.

 

 _Qual a coisa mais inusitada que já aconteceu num show de vocês?
Não fizemos show nenhum ainda, estamos pensando apenas em trabalhar as músicas, deixar elas redondinhas e bem ensaiadas pra fazer um bom show, porque a primeira impressão é a que vale. Mas sei que quando começarem os shows muitas coisas inusitadas acontecerão, sempre acontecem, né? haha

_Que nome da cena underground atual vocês destacariam?

Tem banda pra caralho na 'cena' hoje em dia, e muita banda boa. Admiramos bastante o Sugar Kane, o Gloria, o Granada, o Cine, o Hevo84, o Envydust, o Etna, o Rancore. Enfim!

_Alguém da banda tem trabalhos paralelos, ou são todos 100% Saori?

Eu  toco na Fake Number, e junto com o Pery (Marcelo) tenho um projeto de metalcore. Os outros são 100% Saori.

_Vocês recentemente fizeram uma sessão de fotos com a fotógrafa e cantora Elektr
a Mosley. Como foi?

Ela é vocalista da minha outra banda (Fake Number) então já a conhecia, foi um dia profissional, mas totalmente entre amigos haha, demos risada pra caralho, e adoramos o resultado, ela manja muito.


_Já estão no processo de composição e produção de um futuro disco?
Então, nós nem estamos pensando em shows agora (só para o final de maio), pra compor tudo e deixar bom, algo que agrade a todos e a gente principalmente. Claro que o CD está em nossos planos, mas mais pra frente, agora é se trancar em estúdio ou no quarto de a . lgum de nós e compor, compor e compor.

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Entrevista com Sinesth  escrito em quarta 09 abril 2008 00:23

Muito mais do que ouvir, ver, sentir ou tocar. Assim é o Sinesth, os entrevistados da vez do News Rock. O quinteto Curitibano não existe há muito tempo, mas já faz um hardcore melódico de responsa capaz de agradar a muitos ouvidos. Com Samuka no vocal, Diogo no baixo, Paaulo e Levis nas guitarras, e Chel na bateria, a banda prepara-se agora para disponibilizar ao público novas músicas e já pensa na possível gravação de um clipe em futuro não muito distante. Confira nossa conversa!

 

_Como se conheceram e como formaram a Sinesth?
Conheci o Paulo quando ele procurou um vocalista pra uma banda. Aí conversamos e tivemos a idéia de montar a banda pra se divertir, sem esquecer que isso poderia se tornar nosso trabalho.
Em novembro de 2007 achamos o Levi's, o Chel e o Diogo, e estamos assim até hoje. 


_Por que a banda tem esse nome?

Vem de Sinestesia, condição neurológica que algumas pessoas têm em que você além de ouvir, pode sentir, ver ou tocar algo. Funcionaria assim com a nossa música. 
 

_Vocês têm um site e uma página no MySpace. Qual a relação da banda com a internet?
Relação mais próxima possível. Procuramos manter o máximo de contato possível com os fãs, principalmente porque nosso maior meio de divulgação agora está sendo a internet.  
 

_As músicas que estão sendo compostas, seguirão a mesma linha da música que já está na rede, 'Inesquecível'?
Nem todas. Algumas das novas estão bem diferentes! 


_Como está sendo o processo de produção das novas músicas?

Pô, tá legal! Tem mais duas pra sair daqui alguns dias, e as outras estão ficando bem fodas. Tá tudo correndo normalmente e a gente não vê à hora de gravá-las!
 

_Pretendem, no futuro, lançar um vídeo clipe ou algo do gênero?
Com certeza. Estamos vendo a possibilidade de gravar um clipe no começo do ano que vem, até lá tem chão haha! 


_Quais nomes da cena de rock paranaense vocês destacariam?

Pô, amigos nossos da Hevo84, tem também Sugar Kane, Square, DB64 e várias outras que estão fazendo um som foda, mas que não me veio na cabeça agora... 


_E quando não estão tocando, o que curtem fazer?

Pô, a galera faz facul e têm outros trabalhos, mas quando não temos nada pra fazer MESMO a gente vai a festas, shows, shopping... Nada fora do normal.

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Entrevista com Dead Fish  escrito em quarta 02 abril 2008 23:29

Tida como uma das maiores bandas de Hardcore nacional da atualidade, o Dead Fish entra agora em uma nova fase e passa a se apresentar como um quarteto. Com Rodrigo Lima (vocal), Nô (bateria), Alyand (baixo) e Philippe (guitarra), eles falam em nossa entrevista sobre como vêem a cena undeground atual do país, falam sobre os download de Mp3 e sobre o processo de composição do novo disco. Confira.

 

_Como se conheceram e como formaram o Dead Fish?   
O Dead Fish surgiu de um grupo de amigos em Vitória no ano de 1991, que andavam de skate juntos e resolveram fazer um som. Cada um escolheu o instrumento que queria tocar e foram em frente. 
 

_Quais as maiores dificuldades que enfrentaram no começo da banda? 

As maiores dificuldades eram os poucos lugares para tocar, a falta de instrumentos musicais bons e estúdios caros de gravação. 
 

_Em 2004, vocês gravaram o DVD 'MTV Apresenta', num show no Hangar 110. Como foi essa experiência? 

Foi uma experiência ótima. Tínhamos acabado de lançar o álbum Zero e Um, o primeiro pela Deck Disc, uma gravadora nacional de grande porte, e o DVD foi feito com toda estrutura da MTV, várias câmeras, iluminação, making off... 
O Hangar 110 foi escolhido por ser a casa de shows o qual já havíamos apresentado dezenas de vezes, e nos sentimos a vontade. Acho que o resultado do som, edição e direção, surpreendeu e refletiu como é um show da banda. 

 

_Dos discos de vocês, qual consideram o melhor, mais bem-trabalhado? 

Acho que isso é pessoal, pois cada integrante da banda tem o seu disco preferido. Pessoalmente eu acho que o disco mais bem trabalhado pela gravadora seja o Zero e Um. Já o Um Homem Só, é o disco mais trabalhado musicalmente pela banda. 
 

_O que vocês acham dos downloads de Mp3? 

Acho muito importante a questão dos downloads. É algo irreversível e está desmoralizando um mercado ganancioso da indústria fonográfica. O preço final de um disco pro consumidor é caro, e muitas vezes você comprando, está alimentando um lucro absurdo da gravadora e não do artista. (sendo que o artista ganha quase nada na venda de um disco). As pessoas tem que ter acesso a música irrestritamente. Não concordo com o fato de terceiros venderem um produto falsificado e ganharem dinheiro por baixo dos panos, como é feito na pirataria. Acho que ao invés da pessoa comprar um CD pirata ela deveria baixar o disco pela net, não contribuindo para um mercado parasita. 
 

_Como vocês avaliam a cena underground atualmente? 

É triste ver o que ajudamos a construir sendo levado de uma forma corrompida. A cena quase não existe mais pelo fato do espírito do Do It Yourself estar praticamente extinto. É como se fosse uma fábrica que constrói e outra que compra pronto. Hoje qualquer um consegue formar uma banda, ter acesso a equipamento, estrutura já pronta, a internet nos dedos como grande aliado... Tudo o que não tínhamos antes e sofremos pra conseguir. E mesmo assim o nível de bandas originais e interessantes diminuiu, mesmo com milhares de bandas na ativa. As novas bandas querem tudo pronto, não tem interesse em promover um show, mas em apenas tocar. Existe hoje uma má intenção por trás dos eventos, gente se aproveitando em ganhar dinheiro com as bandas. Os contratantes de show estão exigindo que as bandas paguem para tocar, rifando ingressos. E muitas bandas estão pagando pra tocar ao contrário dos contratantes que se aproveitam daquilo como um negócio. A cena dos próximos capítulos não tende a ser boa. 


_Vocês agora são um quarteto. Como avaliam essa nova 'fase' da banda? 

Essa fase nova da banda irá refletir muito no álbum novo. Agora sendo um quarteto, a parte sonora está mais clara. Como um trio, batera, baixo e guitarra. Isso antes era abafado por serem 2 guitarras. As guitarras trabalhavam em stereo, mas sufocava o baixo e um pouco da voz. Agora tudo conversa e a simplicidade será mais trabalhado do que a virtuosidade.  
 

_Estão no processo de composição e produção para um futuro novo disco? 

Estamos na pré-produção do novo disco. Temos 20 músicas novas compostas sendo trabalhadas. Em abril entraremos em estúdio para gravá-lo. 
 

_Qual o show mais foda que o Dead Fish já fez? 

Acho difícil falar somente um show, foram vários pra essa lista. Um dos shows mais fodas pra mim foi em um festival em Belo Horizonte no estádio do Mineirão. Mas também um show na Alemanha, e a tour com o Bad Religion e Pennywise.

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Entrevista com Emoponto  escrito em sexta 28 março 2008 21:43

Eles começaram a tocar juntos em 98, mas foi só no ano 2000 que receberam o nome que levam até hoje, já têm três CDs lançados e foram uma das primeiras bandas de hardcore a cantarem em português. Os entrevistados da vez são os cariocas da banda Emoponto que atualmente conta com o Tuirow (vocal e guitarra), Daniel (bateria), Ingo (baixo) e Marcelão (guitarra). Em nossa conversa o vocalista Eduardo Tuírow fala sobre o inicio da banda, sobre a experiência da gravação do DVD do Multishow e sobre o recém lançado CD digital. Confira!

 

_Quando e como começou o Emoponto?
Começou no final de 98 quando uns amigos se juntaram pra tocar músicas das bandas que curtiam (Descendents, Blink 182, Face to Face entre outras várias) e logo em seguida criar as próprias composições. Eu lembro que quase todas as bandas da época que tinham essas influências, e eram bem poucas, cantavam em inglês. Quando eu entrei no Emoponto (maio de 99) eu até achei estranho o fato de cantar em português. Engraçado que hoje em dia isso é comum, e o contrário é que é visto com estranheza.  


_Vocês acabaram de lançar um CD em formato digital, além de terem várias músicas disponíveis para download no TramaVirtual. Como avaliam esse lado 'internauta' da banda?

A internet sempre foi o meio de divulgação que mais nos ajudou. Desde que se tornou possível, aqui no Brasil, colocar e baixar músicas na internet, a gente se utilizou dessa ferramenta. Antes era na base da fita K7 e na divulgação via carta e resenhas em zines. Acho que é o canal mais direto, com mais liberdade de expressão e certamente com menos custo para se divulgar a sua música, então se encaixou bem com a nossa realidade. O lado internauta da banda então sempre existiu e foi predominante. Nosso fotolog e orkut já devem ter umas 5 velinhas no bolo e nossas mp3's mais antigas já estão na internet ha mais tempo ainda, por isso resolvemos reunir todas elas no TramaVirtual, o que ajudou bastante a gente e também quem gosta do nosso trabalho. Com o cd novo não poderia ser diferente, é só acessar http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=11359 que ele está inteiro pra download.

_Em 2006, vocês gravaram o DVD '0Km', produzido pelo canal de tv Multishow. Como foi essa experiência?
A gente já tinha tocado 2 vezes no Canecão e foram inacreditáveis, mas quando recebemos o convite de participar desse projeto ficamos novamente amarradões em poder tocar lá novamente e principalmente por poder participar de um projeto que, além de ser para um programa de um grande canal, também viraria um DVD. Além disso, as bandas que tocaram com a gente (Ramirez, Dibob, Seu Cuca e Luxúria) eram bandas que, além de amigas, estavam de certa forma na mesma correria que a gente. Agradeço a tecnologia, que nessas horas mostra o seu lado útil, por permitir a captação das imagens e a possibilidade da criação de uma memória visual e sonora daquele momento.


_O último single e hit da banda, 'Rayana', foi inspirado no quê?

Rayana foi uma música que comecei a escrever sem nenhuma intenção de que fosse para o Emoponto. Um dia os caras da banda ouviram e acharam legal a música, mas disseram que tinha mais a ver até com o Raimundos. E realmente eles ouviram, curtiram e chegaram a cogitar gravá-la, mas acabou não rolando. Ela não tem uma personagem que a inspire, mas sim um tipo de comportamento bem comum que eu tentei retratar. De uma maneira cômica e apelando para os palavrões ela diz que nem tudo aquilo que as pessoas acham que estão fazendo para o nosso bem é o que vai nos fazer melhor ou é o que precisamos no momento. Nunca achem que todos querem o que você quer. Ela é uma música em prol da alteridade, se é que eu posso falar algo sério de uma música que de sério não tem nada.


_E o DVD 'A História Definitiva', já está pronto? Foi quanto tempo de trampo?

Esse DVD é um projeto do Daniel, baterista da banda, e acabou se tornando maior do que o que fora pensado inicialmente. Por isso, ainda não está completamente editado, mas as entrevistas todas já foram feitas. Durante esse último ano eu sei que muita gente foi entrevistada, muita gente mesmo. Sobre o conteúdo, a grande verdade é que eu também só vi o que todo mundo já viu, que foi o trailer disponibilizado no youtube http://www.youtube.com/watch?v=UDevivph2z4 e também estou na expectativa de ver o resultado final.

_Em 2004, o álbum 'Melhores Dias', foi lançado pela EMI. Porque acham que essa parceria não vingou?
O fato principal de toda a história é que a gestão da EMI que nos contratou foi substituída quando substituíram o presidente da companhia; o famoso efeito dominó. A nova gestão não conhecia a gente, não tinha "descoberto" a gente, ido a shows, assinado contrato etc. A gente acabou ficando obsoleto na companhia antes mesmo de ser projetado. Não dá pra saber se teria dado certo ou não se tudo corresse de acordo com o planejado, mas pela conjuntura do mercado fonográfico e do papel e atuação das gravadoras nessa última década a gente tem um panorama de como andam os negócios musicais.


_Depois que 'emocore' chegou ao Brasil, o Emoponto sofreu muitas críticas?
A princípio "sofreu" alguns elogios, mas depois que o estereótipo foi se formando, aí começaram as críticas. Devido ao nome (dado em 2000 a partir de uma música do Blink 182) a banda foi cada vez mais colocada como um dos expoentes desse "movimento", "estilo" ou "cena". A gente nunca se viu como tal e nunca se vestiu como tal, mas se eu também visse de fora uma banda chamada Emoponto, que canta músicas sobre relacionamentos, eu também acharia que era farinha do mesmo saco. De qualquer forma não foi nada traumático e que não desse pra ser levado sempre na brincadeira pelos quatro da banda.


_Qual foi o maior perrengue e a maior alegria desses anos de estrada?
Acho que cada um deve ter o seu momento de maior perrengue e maior alegria. Na minha opinião, o maior perrengue foi a nossa tour pelo nordeste. A galera do Carbona, que tava com a gente, pode confirmar. Entre outras aconteceu de não ter a passagem de volta garantida, de quererem colocar quatro bandas numa van de 12 lugares, de ficarmos num motel em salvador com marca de bala na janela, alta rotatividade de clientela e num bairro que se chamava algo tipo "boca do rato", tocar com amplificador do tamanho de uma caixa de sapato entre várias outras histórias. A maior alegria na minha opinião foi tocar no Hangar cheio, com todo mundo cantando Seu Retrato nas alturas. Papo de arrepio que não dá pra explicar e que faz valer a pena qualquer tipo de perrengue. 


_Qual vocês acham que vai ser o 'legado' que o Emoponto vai deixar?

Acho que o legado quem vai dizer é o tempo, a partir das consequentes leituras que fizerem do nosso trabalho, da nossa trajetória e do nosso papel no rock brasileiro dos anos 2000. É difícil falar sobre isso. A gente começou numa época que o punk rock era um som de uma minoria e poucas eram as bandas que existiam. Lembro que os shows que mais bombavam no Rio davam 300 pessoas e eram tidos como lotados e bem sucedidos. A gente acompanhou o crescimento de bandas como CPM22 e Dead Fish entre outras, e também conseguimos assinar com uma gravadora em uma época que isso ainda significava muita coisa. Mas eu acho que antes dos fatos, o que deve ser determinante em um legado, já que você usou essa palavra,  é a postura e a música em si. A minha certeza é que nunca faltou sinceridade nas nossas músicas e nem vontade de fazer sempre o melhor. A quem agradar a gente agradece e a quem não agradar a gente sempre espera pelo menos respeito, como em tudo na vida.

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Entrevista com 350ml  escrito em terça 25 março 2008 00:50

Os entrevistados da vez são os paranaenses do 350ml. Formada na cidade de Guarapuava por Ricardo (voz), Miguel (guitarra), Cristiane (guitarra), Edu (baixo) e Petty (bateria), a banda hoje já é velha conhecida no cenário independente do hardcore nacional. Eles já participaram de uma tour com Bambix e Nitrominds, e agora estão prestes a gravar o segundo clipe da banda na cidade do Rio de Janeiro. Confira agora o papo com a guitarrista Cristiane.

 

_Por que a banda tem esse nome?
Acreditamos ser uma banda de conteúdo, nossas músicas não são vazias porque levam à emoção e reflexão.

_Como se conheceram?
Nos conhecemos através da música mesmo, tocávamos em bandas diferentes e acabamos nos unindo por afinidades musicais e amizade.


_O clipe de “Carpe Diem”, teve alta rotatividade no MTV Overdrive. Como foi o processo de produção do clipe?

Quem produziu o clipe de "Carpe Diem" foi o cineasta paranaense Gilberto Baroni. Ele estudou a música que escolhemos para o clipe e desenvolveu o roteiro.
O clipe foi gravado em Curitiba, no Teatro Paiol, achamos bem interessante o local, com uma arquitetura muito louca. O ator principal do clipe também já é conhecido da galera, já participou de comerciais da TV como o do chocolate Bis.
Mas enfim, foi uma experiência muito produtiva pra gente e em breve estaremos rodando o nosso novo clipe que vai ser produzido no Rio de Janeiro.



_Vocês tem uma página no Trama Virtual, no MySpace e também um fotolog. Qual a relação da banda com a internet?

Hoje a internet comanda, é o meio mais rápido de divulgação e que atinge o maior número de pessoas. Assim como a maioria das bandas independentes somos movidos à internet, por ser um meio mais barato e de grande alcance e interatividade.


_Qual a foi a coisa mais 'inusitada' que já aconteceu em um show de vocês?

Uma vez fizemos um show numa espécie de Rave, e uma menina subiu no palco e o P.A. caiu em cima dela, e quem "salvou" a garota foi o nosso guitarrista, Miguel, que levantou o P.A. e tirou ela de baixo. Felizmente ela não se machucou.
Outra coisa muito louca foi em um show que quando começamos a tocar nossa música "Apaga, apaga e apaga”, e literalmente apagou a luz umas três vezes. heheheh foi muito louco mesmo.

_O que os fãs podem esperar do novo álbum?
Podem esperar um som mais produzido, uma nova 350 ml mais madura e músicas com melodias marcantes.

_Na opinião de vocês, qual o show mais foda que já fizeram?
Sempre curtimos todos os shows, mas podemos destacar alguns que foram sensacionais, como a primeira vez que tocamos no Hangar 110, a tour com o Bambix e Nitrominds, e vários shows em Curitiba também foram muito legais.


_Vocês lançaram recentemente, dois singles na internet. Pretendem continuar com esse esquema quando o novo disco sair?

Sim, com certeza! Sempre vamos disponibilizar coisas novas pra galera, e cada vez com mais freqüência
.


_O que os fãs podem esperar do novo álbum?

Podem esperar um som mais produzido, uma nova 350 ml mais madura e músicas com melodias marcantes.

_Na opinião de vocês, qual o show mais foda que já fizeram?
Sempre curtimos todos os shows, mas podemos destacar alguns que foram sensacionais, como a primeira vez que tocamos no Hangar 110, a tour com o Bambix e Nitrominds, e vários shows em Curitiba também foram muito legais.


_Vocês lançaram recentemente, dois singles na internet. Pretendem continuar com esse esquema quando o novo disco sair?

Sim, com certeza! Sempre vamos disponibilizar coisas novas pra galera, e cada vez com mais freqüência.

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